Unknown: mysqli::real_escape_string(): Passing null to parameter #1 ($string) of type string is deprecated in /home/il4gmojt/livrariaideal.pt/system/library/db/mysqli.php on line 53Unknown: Automatic conversion of false to array is deprecated in /home/il4gmojt/livrariaideal.pt/catalog/controller/startup/startup.php on line 103 D. SANCHO II E O EXÉRCITO
D. SANCHO II E O EXÉRCITO

D. SANCHO II E O EXÉRCITO

  • Editora: CALEIDOSCÓPIO
  • Autor: JOSÉ VARANDAS
  • Modelo: D. SANCHO II E O EXÉRCITO
  • Em stock: Existente
  • 37,10€

  • Sem impostos: 37,10€
Sancho II de Portugal (r. 1223-1248) é, no nosso entender, um dos mais importantes reis do processo de conquista militar português durante a primeira dinastia. Este monarca mantém a tradição de assalto ao Sul, investindo sobre as terras do Alentejo, numa expressão que acabará por redimensionar o reino, dando-lhe uma nova expressão espacial que implica processos de adaptação, que criam e depois mantêm correntes hierárquicas e linhas de comunicação por onde circula a vontade do rei. Mas existe ainda a dúvida sobre quem teve a iniciativa e o comando dessas ações militares. Fontes historiográficas, documentais ou narrativas dão pouca informação e são contraditórias. Para umas, o envolvimento e liderança do rei é uma certeza; para outras, todas as campanhas militares se devem apenas à estratégia do mestre de Santiago, Paio Peres Correia. Também as mais recentes obras sobre história militar medieval portuguesa costumam, nos seus planos de trabalho, terminar a ofensiva portuguesa com a conquista definitiva de Alcácer do Sal, em 1217, apenas voltando a falar de guerra contra o Islão a partir de 1249. Tem ficado por estudar e analisar um vasto intervalo de tempo, que é, praticamente, todo o reinado de Sancho II. Afastado do trono com grande violência, deprimido e fatigado pela retirada humilhante para terras castelhanas, Sancho II, o quarto rei de Portugal, morreu em Toledo, próximo das águas do Tejo, frias e murmurantes, impassíveis e eternas, que inexoravelmente se encaminham para o oceano, onde acabam por chegar depois de tocarem as margens de Lisboa. Aí, nada disseram, nada contaram. Morto estava o rei e da sua morte se faziam estórias, estranhos farrapos de lendas, que essas águas continuam a trazer e que na imaginação dos homens ciciam segredos de um soberano que o reino deixou cair.

Escreva um comentário

Tem que criar uma logar ou Conta para poder comentar.